segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Afinal, o que se ganha com isso?

Avola, 09 de novembro de 2009.

Pergunta freqüente a povoar a mente dos aspirantes a micronacionalistas e até mesmo de micronacionalistas iniciantes é: afinal, o se ganha com isso? A resposta, entretanto, partilha da complexidade de uma atividade que ambiciona realizar a modelagem de uma nação. Possuindo o país modelismo um vasto leque de possibilidades criativas, naturalmente existira vasto leque de possibilidades de recompensas, e entre elas se pode citar algumas, proporcionando ao leitor sobre o qual refletir.

Dentro de sua existência enquanto jogo, e a atividade de país modelismo possui de fato um aspecto de jogo, os cidadãos de cada nação idealizada são recompensados, em um aspecto geral, recebendo ordenações honrosas e títulos de nobiliarquia. Assim, as realizações dos cidadãos dentro destas nações que eles colaboram em construir são oficialmente reconhecidas quando eles recebem suas medalhas honrosas, peças de honraria, placas, títulos de nobreza e quaisquer outras que a nação desenvolver enquanto formas honrosas ou nobiliárquicas. Todavia, esta existência não levará a um “ganhos e perdas” geralmente experimentado em jogos mais comuns, mas a um ganho para a nação em virtude das realizações de seus cidadãos e o reconhecimento destes atos por parte do ou dos representantes mais diretos desta nação.

Mas não é só o “aspecto jogo” que constitui esta atividade, e assim, fora deste entendimento que até pode ser visto com uma existência superficial da atividade em seu todo, há o objetivo de se construir um país. Um objetivo complexo e difícil de conseguir, se é que nos é possível consegui-lo a ponto de o finalizarmos. E construir um país possibilitará a cada um que envereda nesta atividade desenvolver projetos dentro de aspectos políticos, sociais e culturais que não poderiam ser desenvolvidos em uma situação real. Esta simulação permitirá ao cidadão desenvolver projetos cujas gratificações se darão naturalmente em função do desenvolvimento. E aqui um cidadão irá proporcionar seus próprios ganhos, quando conseguir atingir os objetivos pro ele idealizados dentro dos projetos que ele escolhe desenvolver.

Fora do aspecto jogo e do aspecto de construção de um país o micronacionalismo possibilita também uma satisfação pessoal, singular, em poder compor personagens,criar ou re-estruturar culturas familiares e, evidente, interagir com outros personagens e culturas, criadas ou resgatadas pelos demais participantes da atividade.

Em todo e qualquer aspecto micronacional esta atividade singular promove, naturalmente, o encontro entre diversas culturas e personagens, sejam eles ficcionais ou não. E este encontro cultural e a possibilidade de, dentro dele, desenvolver criar cultura e mesmo criar vínculos, é, talvez, o grande ganho micronacional. Além, é claro, da estruturação de um país. E este grande desenvolvimento cultural que é experimentado no micromundo pode parecer estranho dentro de um pensamento de perdas e ganhos, geralmente vinculado à toda atividade desenvolvida por nossa cultura, entretanto, é justamente esta peculiaridade a grande recompensa destes que se dedicam a esta curiosa atividade de lazer.

Líryan Kawsttryänny Umbrio
Conte d´Avola